GMEIA, Graus de Maturidade Evolutiva em IA
Manifesto

Durante toda a história, a inteligência foi escassa. Deixou de ser.

Esta página é a tese que sustenta o GMEIA. Ela não vende nada. Existe para quem quer entender o raciocínio inteiro antes de decidir qualquer coisa.

Se você prefere ir direto ao ponto, o diagnóstico mede onde a sua empresa está hoje.

A ruptura

Pela primeira vez na história, isso não precisa mais acontecer.

Durante praticamente toda a história da humanidade, a inteligência foi um recurso escasso. Conhecimento era escasso. Experiência era escassa. Capacidade de análise era escassa. Boas decisões eram escassas.

Era por isso que as empresas disputavam os melhores profissionais. Era por isso que treinavam pessoas durante anos. Era por isso que perder um especialista significava perder parte da própria empresa.

A inteligência morava nas pessoas. E ia embora com elas.

Mas aconteceu uma ruptura. Pela primeira vez na história, inteligência e cognição começam a deixar de ser escassas.

A Inteligência Artificial não automatiza apenas tarefas. Ela amplia a capacidade de compreender, analisar, comparar, pesquisar, aprender e apoiar decisões. Isso muda completamente a lógica sobre a qual todas as organizações foram construídas.

As empresas do século XX foram desenhadas para administrar inteligência escassa. As empresas do século XXI precisarão aprender a coordenar inteligência abundante.

A vantagem

Quando a escassez muda, a competição muda.

Toda vantagem competitiva nasce de alguma escassez. Durante décadas, reunir pessoas mais inteligentes foi uma enorme vantagem competitiva.

Hoje, praticamente qualquer empresa pode utilizar os mesmos grandes modelos de Inteligência Artificial. A tecnologia tornou-se acessível. O conhecimento tornou-se abundante. A cognição tornou-se abundante.

Se todos têm acesso à inteligência, onde estará o próximo diferencial competitivo?

A resposta não está em possuir mais Inteligência Artificial. Está em saber organizá-la.

O patrimônio

O maior ativo de uma empresa está mudando.

Durante muito tempo, acreditamos que o maior patrimônio de uma organização eram seus prédios. Depois, seus sistemas. Depois, seus dados. Depois, suas pessoas.

Talvez nunca tenha sido apenas isso. O maior patrimônio sempre foi sua capacidade de compreender. Aprender. Decidir. Evoluir.

Mas essa capacidade estava fragmentada. Espalhada. Invisível.

Agora, ela pode ser construída. Protegida. Medida. E ampliada continuamente.

Esse patrimônio tem um nome.

InteligêncIA Organizacional.

O talento

A preocupação também mudou.

Durante décadas, uma das maiores preocupações das empresas foi atrair, desenvolver e reter talentos. E continuará sendo. Mas existe uma diferença importante.

Até hoje, reter pessoas era praticamente a única forma de reter inteligência. Isso mudou. Pela primeira vez, reter pessoas e preservar conhecimento deixam de ser exatamente a mesma coisa.

Cada colaborador poderá ensinar a organização. Cada decisão poderá fortalecer sua inteligência. Cada projeto poderá aumentar seu patrimônio intelectual.

A pergunta de sempre

Como atrair os melhores profissionais?

A pergunta nova

Como ensinar continuamente a InteligêncIA Organizacional da empresa?

Porque, no futuro, o maior talento de uma organização poderá ser a própria organização.

A liderança

A liderança também mudou.

Durante décadas, liderar significava possuir as melhores respostas. Agora, significa criar as condições para que pessoas e inteligências artificiais construam respostas melhores juntas.

O líder deixa de ser apenas quem decide. Passa a ser quem organiza inteligência.

Por que agora

O futuro das empresas talvez seja muito diferente do que imaginamos.

Hoje, empresas são compradas por seus clientes. Sua receita. Sua marca. Suas patentes. Sua tecnologia.

Talvez, em poucos anos, o ativo mais valioso de uma aquisição seja outro.

Seu cérebro.

Imagine adquirir uma empresa e, junto com ela, incorporar décadas de conhecimento, decisões, práticas, experiências, aprendizados e inteligência acumulada. Não apenas documentos. Não apenas manuais. Não apenas procedimentos. Mas uma inteligência viva. Que continua aprendendo. Que continua evoluindo.

Essa mudança já começou. A única dúvida é:

Sua empresa vai construir esse patrimônio ou continuará perdendo inteligência todos os dias?

O que ela faz por você

Imagine sua empresa tendo uma inteligência que trabalha ao seu lado todos os dias.

Uma inteligência que conhece profundamente o seu negócio, compreende seus processos e aprende com suas decisões.

Que aponta gargalos antes que eles se transformem em problemas, e identifica desperdícios e oportunidades de economia.

Que ajuda sua equipe a produzir mais e melhor, e preserva o conhecimento que sua empresa construiu ao longo dos anos.

Que ajuda gestores a decidir com mais velocidade e segurança, e identifica oportunidades de mais leads, conversão, fechamento e faturamento.

Não uma inteligência genérica. Não uma ferramenta que responde da mesma forma para qualquer empresa.

A inteligência da sua empresa.

Uma inteligência construída a partir do seu conhecimento, da sua experiência, dos seus processos, dos seus dados e da realidade do seu negócio. É exatamente isso que significa construir InteligêncIA Organizacional.

Não é apenas utilizar Inteligência Artificial, e também não é organizar o que a empresa sabe. É fazer com que tudo o que ela sabe passe a participar de cada decisão, todos os dias, sem depender de quem está na sala.

Empresas que fizerem isso construirão uma vantagem que dificilmente poderá ser copiada.

Quem está por trás

O autor

Marcelo Abrileri, fundador do GMEIA
Marcelo Abrileri
Idealizador e fundador do método GMEIA

O GMEIA foi idealizado por Marcelo Abrileri, empreendedor de tecnologia, fundador de empresas pioneiras e CEO há mais de 30 anos.

Ao longo de sua trajetória, participou ativamente de três das maiores transformações tecnológicas das últimas décadas: a popularização da internet, a digitalização das empresas e, agora, a revolução da Inteligência Artificial.

Em 1995, fundou a Alphanet, o primeiro provedor comercial de acesso à internet do Brasil, posteriormente adquirido pelo Terra. Na mesma época, criou o primeiro bureau web do país, liderando o desenvolvimento de mais de 600 projetos de internet para empresas como Tok&Stok, Mappin, C&A, Mallory, Brink's e diversas outras organizações que iniciavam sua presença no ambiente digital.

É fundador e CEO da Curriculum, uma das maiores plataformas de recrutamento online do Brasil, e também do AmigoSecreto.com.br, líder nacional em seu segmento.

Nos últimos anos, direcionou sua experiência para o desenvolvimento de soluções baseadas em Inteligência Artificial. Criou o Digital Sommelier, uma IA capaz de aprender o perfil sensorial de cada usuário e prever sua afinidade com vinhos que ele ainda não experimentou. Desenvolveu também o Golden Match, plataforma de Inteligência Artificial da Curriculum que analisa centenas de candidatos, identifica aderência técnica e comportamental e apoia empresas na tomada de decisões de recrutamento com muito mais velocidade e precisão.

Mais do que acompanhar a evolução da tecnologia, Marcelo sempre buscou responder à mesma pergunta: como transformar inovação em vantagem competitiva real para as empresas?

Foi dessa inquietação que nasceu o GMEIA.

Como funciona

Capacidade de decisão não se instala. Se constrói, em três movimentos.

01

Diagnosticar

Descobrir onde a empresa está de verdade.

Oito eixos avaliados, cruzando o que você informa com pesquisa própria sobre a sua empresa e o seu mercado. O resultado é um grau na escala de 0 a 6, com a razão de cada ponto, e não uma impressão.

Sai daqui: o seu grau, fundamentado eixo por eixo.
02

Priorizar

Escolher o próximo degrau, e só ele.

Onde estão os maiores riscos, quanto conhecimento depende de poucas pessoas, e por onde começar para que o primeiro resultado apareça. Aqui também se define o que não fazer agora, que costuma ser a parte que economiza mais dinheiro.

Sai daqui: a rota, com ordem e motivo.
03

Evoluir

Construir a capacidade e comprovar que ela existe.

A empresa passa a decidir com o método, de forma repetível, em uma área primeiro e depois nas outras. Subir de grau não é opinião de ninguém: é atingir critérios declarados antes, e por isso pode ser conferido.

Sai daqui: um grau a mais, com prova.

Um grau por vez, sem pular. Empresa que tenta saltar etapa constrói em cima do que não existe, e o degrau desaba depois, mais caro.